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A recepção: poltronas listradas, um aparador de madeira e uma árvore de luzinhas ao lado da porta.

Avaliação neuropsicológica

É um jeito de entender como funcionam a sua atenção, a sua memória e o seu raciocínio.

Você faz atividades parecidas com jogos e responde questionários, em alguns encontros comigo. No fim, eu explico os resultados e entrego o laudo por escrito.

Faço avaliação de adultos e adolescentes. Tenho especialização em Neuropsicologia e em Altas Habilidades e Superdotação.

A sala de espera, com poltronas listradas, um tapete e a árvore de luzinhas no canto.

Quando a avaliação ajuda

Estas são situações em que as pessoas costumam procurar uma avaliação.

  • Atenção e organização

    Você perde prazos, começa muita coisa e termina pouca, se distrai no meio de uma conversa. Algumas pessoas chegam com a suspeita de TDAH, o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

  • Memória

    Você esquece compromissos, nomes ou o que acabou de ler, e isso começou a atrapalhar o trabalho ou os estudos.

  • Escola e estudos

    As notas não acompanham o esforço. Ler, escrever ou fazer contas dá mais trabalho do que para os colegas.

  • Altas habilidades

    Você aprende rápido, se entedia na aula e quer ir além do que a turma vê. Altas habilidades, ou superdotação, é quando a pessoa tem facilidade bem acima da média em alguma área. A avaliação investiga se é o seu caso.

  • Pedido de outro profissional

    O médico, a escola ou outro profissional pediu uma avaliação para decidir o que fazer em seguida. Traga o pedido na primeira conversa.

Duas poltronas da sala de espera, com uma mesinha entre elas e uma linha de luz na parede.

Como é a avaliação, do começo ao fim

  1. A primeira conversa

    Você me conta o motivo da avaliação e um pouco da sua história: saúde, estudos, trabalho, rotina. Com adolescentes, essa conversa é com o pai, a mãe ou o responsável.

  2. As atividades

    Nos encontros seguintes, você faz atividades de atenção, memória e raciocínio. Algumas parecem jogos ou quebra-cabeças, outras são questionários. Não precisa estudar nem se preparar. São testes psicológicos, próprios para uso profissional.

  3. A análise

    Eu corrijo as atividades e junto os resultados com o que você me contou. Essa parte eu faço sozinha, entre um encontro e outro.

  4. A conversa sobre os resultados

    É um encontro só para isso, a devolutiva, em que eu apresento os resultados e você pergunta o que quiser. Com adolescentes, o responsável participa.

  5. O laudo

    Nesse mesmo encontro você recebe o laudo: um documento que explica o que foi feito, o que encontramos e o que eu recomendo.

O corredor que leva às salas, com um aparador e quadros na parede do fundo.

O que combinar antes

Onde
Sempre presencial, no meu consultório no Centro de Londrina.
Quanto tempo leva
Costuma levar de 4 a 8 encontros de cerca de 1 hora, um por semana, contando a primeira conversa e a conversa sobre os resultados. O número depende do motivo da avaliação. Eu informo depois da primeira conversa.
O que trazer
Exames e laudos que você já tenha, boletins ou relatórios da escola e o pedido do médico, se houver. Se não tiver nada disso, venha assim mesmo.
Adolescentes
Preciso da autorização de um responsável. Ele participa da primeira conversa e da conversa sobre os resultados.
O fim do corredor: quadros com frases escritas à mão, um vaso de capim rosado e as portas das salas.

Para que serve o laudo

O laudo é de quem foi avaliado. Com adolescentes, quem decide para quem mostrar é o responsável, junto com o adolescente.

Para o médico
O médico pode usar o laudo para chegar a um diagnóstico e decidir o tratamento.
Para a escola ou a faculdade
Você pode apresentar o laudo para pedir adaptações, como mais tempo de prova. Quem decide é a instituição.
Para a terapia
O laudo mostra o que precisa de mais atenção e ajuda a escolher por onde começar, comigo ou com outro profissional.

Às vezes a avaliação não encontra nenhuma dificuldade, e isso também ajuda a entender o que acontece.

O consultório: um sofá, duas poltronas com mantas verdes, uma mesinha com abajur e a janela com cortina clara.

Perguntas sobre a avaliação

Qual é a diferença entre avaliação e terapia?

A avaliação tem começo e fim: alguns encontros, as atividades e o laudo. A terapia é um acompanhamento toda semana, sem data marcada para acabar. Dá para fazer só a avaliação.

A avaliação dá um diagnóstico?

Dá uma conclusão psicológica: o laudo descreve como funcionam a sua atenção, a sua memória e o seu raciocínio, e pode apontar uma hipótese, como TDAH. Para confirmar um transtorno, o médico também avalia. Por isso o laudo costuma ser levado a ele.

Preciso de pedido médico?

Não. Você pode me procurar por conta própria. Se tiver um pedido, traga na primeira conversa.

Quantos encontros são?

Costuma ser de 4 a 8, de cerca de 1 hora cada. Eu informo o número depois da primeira conversa.

Dá para fazer online?

Não. A avaliação é sempre presencial, no consultório.

Posso mostrar o laudo na escola, na faculdade ou no trabalho?

Sim, pode entregar onde for útil. No caso de adolescente, o responsável decide junto com ele. O que cada lugar faz com o laudo depende das regras de lá.

As duas poltronas do consultório, de frente, com a mesinha e o abajur entre elas.

Para marcar

Me mande uma mensagem contando o motivo da avaliação. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente combina a primeira conversa.